O individual e o coletivo: paradoxos da História - CartaCapital (2022)

O que é o coletivo para um eu que tem tantas necessidades? O que é o coletivo quando a barriga geme de fome e olha os doces e salgados da vitrine de uma padaria? O que é o coletivo quando a casa acabou de desabar e se está ao relento com quatro crianças? O que é o coletivo quando a sede foi tanta que alguém bebeu toda a garrafa sem mesmo pensar que podia partilhar com o colega?

O que é o coletivo quando há um helicóptero à minha espera para me levar para casa atravessando os céus da cidade grande, longe do engarrafamento do trânsito? E um jantar abundante regado a vinho? E depois, antes da cama, um banho quente com essências francesas relaxantes?

O que é mesmo o coletivo? O coletivo que nos faria ser nós, eles e elas? O que é o coletivo que nos obriga a respeitar leis e direitos? O que é o coletivo que nos convida a “amar os outros como a nós mesmos” e amar a Terra? Como é a relação entre o indivíduo e a coletividade na chave capitalista, economicista, pluralista e excludente na qual vivemos?

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O coletivo aparece como uma palavra que congrega vontades individuais que se tornam elas mesmas a vontade e as possibilidades do coletivo.

O coletivo parece ser uma totalidade imaginada de interconexão entre os seres humanos que provoca o sentimento de ser parte de uma história comum onde iniciativas, esperanças e direitos podem convergir.

(Video) O poder da Imprensa com Maria Rita Kehl e Xico Sá

Vivemos, no entanto, o coletivo de forma paradoxal. Há divisões internas no coletivo.

Hoje, especialmente, ele se manifesta em dois grandes mundos opostos com variações e hierarquias sociais. O maior coletivo é o das maiorias excluídas de bens e de direitos e nessas maiorias as mulheres na sua diversidade são em maior número. Ironicamente essa maioria coletiva de excluídos/as cresce assustadoramente aos nossos olhos como seres descartados da cidadania afirmada como direito.

Para essa coletividade maior, as portas da democracia cidadã estão quase fechadas. Paradoxalmente as pequenas coletividades marcadas por privilégios fizeram do coletivo uma plutocracia na qual o dinheiro e o poder são a moeda de troca que os mantêm nas alturas. E o topo da pirâmide comporta pouco espaço.

Não há pacto coletivo real entre essas duas coletividades, mas uma coletividade ameaça a outra de extermínio, embora seja a coletividade menor que mantêm para si a proteção do Exército, da força policial e da produção de armas. É o coletivo menor que manipula e detém o poder num jogo de cartas marcadas.

Ameaças, chacinas, explosões, marchas, greves, manifestações são as tentativas de sobrevivência da coletividade maior, nessa guerra desigual com aparência de ordem que começa desde o raiar do dia e se estende pelas noites escuras.

Fingimos que está tudo bem, tudo sob controle, tudo sob as bênçãos divinas. Basta obedecer as leis, basta seguir as ordens dos dirigentes e evitar badernas. Mas quem faz a baderna? Quem a provoca? Quem está na sua origem? Os tribunais superiores não ousam julgar e responder a essa questão.

Nem esquerda, nem direita, nem indivíduos, nem as coletividades sabem mais o que é igualdade de direitos e liberdade de fato e de direito.

(Video) MAX WERTHEIMER (1) - FENÔMENO FI E ISOMORFISMO PSICONEURAL | PSICOLOGIA DA GESTALT

Direitos e liberdades passam a ser palavras quase em ‘desuso real’, ao ponto de prescindirmos de tentar explicitá-las e entendê-las para nós mesmos no hoje de nossa história. Parece que direitos, igualdade, liberdade não fazem mais parte do vocabulário contemporâneo da maioria dos movimentos populares e dos políticos de profissão. Banalizam seu uso.

O mercado introduziu outras palavras mais apaixonantes e mais compensatórias. Prefere a competição, o consumismo, o comércio, a Bolsa, a prosperidade que correspondem mais ao imediatismo de nossos tempos. Muitas vezes os movimentos coletivos de massa apenas tentam uma barganha de direitos sem de fato entenderem o que querem como coletivo maior, como coletividade despossuída de direitos reais.

Nessa luta desigual sempre acabam culpados pela violência gerada e rechaçados até pelos iguais. Fica cada vez mais claro que a violência dos ricos, do coletivo menor, não é visível porque aparece como manutenção da ordem estabelecida e do dinheiro.

Apenas os pobres e entre eles os que gritam são considerados os produtores de violência. Apenas as mulheres pobres que abortam saem com um prontuário policial de criminosas, enquanto as ricas saem em carros particulares das clínicas especializadas, tornando invisíveis seu ato e os direitos que privativamente assumem para si.

Uma dimensão verdadeiramente coletiva da história humana guardando a diversidade que nos caracteriza seria possível? Não sei? Mas ouso esperar, embora reconheça minha desafinada esperança.

Apesar de nossos avanços na ciência e na tecnologia, há uma espécie de retardo naquilo que poderíamos chamar de desenvolvimento da ‘interioridade humana’, de descoberta do outro/a como de fato e de direito meu semelhante.

Há um retardo em ações coletivas efetivas que vão mais além do que a esmola emergencial ou as ações supletivas.

(Video) Disfluência - ep. 5 - Vladimir Safatle

Vivemos um momento quase ‘indeterminado’ da humanidade. Já não sabemos onde está o bem, a verdade, o direito, a justiça. Já não sabemos abrir mão do lustro de nosso egocentrismo reduzido ao prazer instantâneo. Já não sabemos ouvir, nem ver os diferentes.

Não há mais o reconhecimento do outro como meu semelhante nem da morte como meu fim. Essas verdades outrora pregadas pelas religiões parecem enfraquecidas e submersas pelo capitalismo e hoje também pelas mensagens banais que enviamos uns aos outros diariamente.

Observa-se o quanto crenças religiosas em cumplicidade com o ‘deus dinheiro’ entorpecem seus fiéis com promessas milagrosas de cidadania celeste. Sem perceber nutrimos a alienação e nos auto-justificamos recusando qualquer critica ou auto-avaliação que vise um esforço social comum.

Não sabemos mais organizar estruturas de valor social e político mais ou menos comuns e provisoriamente duráveis. Estamos arraigados aos velhos modelos, às ‘palavras de ordem’. Cada um grita por seu interesse ou por sua opinião. Alguns por moradia, outros por maiores lucros para seus bancos e empresas. O coletivo aparece como paradoxal, contraditório, partidário, reduzido ao individualismo.

Ouso reafirmar que coletivamente precisamos reaprender o ‘amor social’ para além do individualismo narcisista. Talvez buscar outro alfabeto, outra cartilha, outra gramática, outras atividades para tirarmos do mais interior de nós a realidade relacional e interdependente de nossas vidas.

Voltar a unir público e privado, individualidade e coletividade em vista da sobrevivência comum. Reencarnar a política a partir das coisas necessárias à manutenção da vida da população, reinventar formas participativas segundo os interesses comuns de todos…

É como se pedíssemos a ‘volta da alma’ de cada individuo, da coletividade e da política. A ‘volta da alma’ é o resgate da fragilidade da vida, de sua precariedade, da sua interdependência vital, de sua beleza. Por isso a necessidade de uma política que preserve o bem individual coletivo torna-se urgente.

(Video) Seminário museus, infância e liberdade de expressão: Liberdade de expressão e infância

Individual e coletivo: paradoxos do momento. Por quê? Porque nos tornamos odiosos uns para os outros, nos tornamos mais lobos uns para os outros, ávidos da carne alheia, ávidos da morte dos empobrecidos, ávidos de dinheiro para que reine a liberdade burguesa, a fraternidade entre iguais e a liberdade de oferta de mercadorias e consumo. Como sair desse marasmo, desse dilúvio de lama no qual estamos nos afundando?

Os pontos de interrogação dominam as reflexões do momento como num círculo vicioso em que tudo parece complicado e sem solução. Nossa incapacidade de encontrar saídas por meio dos discursos teóricos é evidente.

Gostaria de convidar-nos a sair pelas ruas, pelos campos sem lenço nem documento… Sair para conversar, encontrar gente com gente, encontrar a vida real e de novo sentir o cheiro da diversidade de indivíduos, de sua beleza ou feiura.

Em seguida, agrupar-nos e tentar pensar e agir a partir do que nosso corpo sentiu, dos fatos que nos emocionaram e encantaram.

O mundo do cotidiano dos seres humanos é um mar de possibilidades. Quem sabe encontraremos na rua, no morro, no campo alguma resposta às nossas perguntas… O problema e a resposta são para hoje. A cada dia basta a sua preocupação.

Quem sabe sairemos do egoísmo dominante, da corrupção doentia que nos assola, do consumismo que atordoa e embriaga… Quem sabe a consciência da dor comum nos una de novo e crie novas possibilidades de convivência.

FAQs

Qual a diferença entre individual e coletivo? ›

A principal diferença entre os tipos de planos de saúde é que o individual é contratado de forma direta com a empresa responsável pelo plano. No plano coletivo por adesão, a contratação é através de uma empresa administradora de benefícios.

O que é individualismo coletivo? ›

Logo, torna-se um “individualismo coletivo”, pois de pessoa em pessoa, cada uma com seu interesse, fez-se um compromisso coletivo, no qual uma depende da outra. Nota-se então a necessidade de unir ambos, chegando a um equilíbrio, no qual até o ser mais egocêntrico consegue fazer parte de um grupo, de uma sociedade.

O que é individualidade e coletividade? ›

É na coletividade que o homem se humaniza no sentido de ver o outro como sujeito de experiência, que contribui para o reconhecimento de sua individualidade e liberdade, em meio à coletividade. A individualidade significa algo único em seu modo de ser independente e separado dos outros.

O que é o bem coletivo? ›

Os bens coletivos são aqueles que, sendo compostos de vários bens singulares, acabam por formar um todo homogêneo.... Podem ainda os coletivos, ser divididos em bens coletivos de fato e bens coletivos de direito.

O que é o significado de individual? ›

Que pertence a uma só pessoa; que só pode ser feito por uma pessoa: reclamação individual; prova individual. Próprio para ser usado de uma única forma. Sem outros de mesmo teor; especial, particular, singular, único.

Que palavra substitui coletivo? ›

1 público, geral, comunitário, comum, global, grupal.

Como explicar a individualidade? ›

Significado de Individualidade

Conjunto das qualidades que compõe a originalidade, fazendo com que algo ou alguém seja único. [Por Extensão] A pessoa, o ser, o indivíduo: devido a uma individualidade, algumas pessoas perderam o emprego. Quem se diferencia de alguém por suas extraordinárias qualidades; personalidade.

O que falar sobre a individualidade? ›

Respeitar a individualidade do outro é sinal de bem querer. Isso não significa que cada um deve fazer o que bem entende, afinal, na construção de um relacionamento, há adaptações que devem ser realizadas, flexibilizadas, para que haja harmonia na vida a dois. São acordos necessários para uma boa convivência.

Que direitos tem a coletividade em relação ao indivíduo? ›

No artigo 5o, estão destacados os Direitos Individuais e Coletivos, merecendo especial relevo os direitos: à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, decorrendo destes todos os demais que estão salvaguardados nos incisos I a LXXVII.

Qual a função de um coletivo? ›

São coletivos o agrupamento de indivíduos/pessoas que comungam do mesmo ideal ou lutam pela mesma causa. Os meninos do hip-hop se juntam em torno da causa hip-hop para defender o direito de realizar a sua arte em sua comunidade ou onde puderem ir.

O que é trabalhar no coletivo? ›

São trabalhos que se pautam pela escolha coletiva de um objetivo específico para cada produção.

O que é bem individual é bem comum? ›

Bem Comum nada mais é do que o próprio bem particular de cada indivíduo, enquanto este é parte de um todo ou de uma comunidade: "O bem comum é o fim das pessoas singulares que existem na comunidade, como o fim do todo é o fim de qualquer de suas partes".

O que é individualismo na história? ›

O individualismo é conceito que exprime a afirmação do indivíduo ante a sociedade e o Estado. Liberdade, propriedade privada e limitação do poder do Estado - eis a tônica do Individualismo. Há tendência em se vincular ou relacionar capitalismo e individualismo bem como socialismo e coletivismo.

Quem criou o individualismo? ›

O termo “individualismo” foi usado pela primeira vez pelos primeiros socialistas, especificamente, pelos owenistas (os seguidores de um socialista utópico chamado Robert Owen), que fez fortuna na indústria têxtil na Grã-Bretanha, para logo declarar falência ao financiar uma comunidade utópica em New Harmony, Indiana.

Quem defendia o individualismo? ›

No século XVII, filósofos como Spinoza e Locke lançaram os fundamentos de um individualismo que entrou, depois, no credo político de todas as espécies de liberalismo.

Qual palavra pode substituir individual? ›

1 particular, peculiar, específico, característico, pessoal, próprio. Próprio de apenas um ser: 2 exclusivo, restrito, privativo.

Qual a diferença entre pessoal e individual? ›

Diferença entre Pessoal e Individual

galera povo gente pessoas multidão privado individual especial exclusivo particular peculiar pessoal próprio singular particulae incomum íntimo privativo reservado desprovido destituído interdito minguado ôrfão secreto valido personativo turma subjetivo mais...

Qual é o sinônimo de individualidade? ›

Características individuais: 1 eu, identidade, especificidade, singularidade, particularidade, caráter, característica, ego. Ser humano: 2 ser humano, indivíduo, pessoa, homem, ser, entidade, ente.

Qual é o coletivo de povo? ›

Povo - (nação) aliança, coligação, confederação, liga. Prato - baixela, serviço, prataria.

Qual é o coletivo de pessoas? ›

Confira uma lista completa de substantivos coletivos. Palavras relacionadas: pessoa, coletivo, multidão, gente, pessoal, bando, massa, magote, grupo, galera, tropa, turba.

Quais são os tipos de individualidade? ›

Existem três tipos conhecidos de individualidades: as Emissoras, as de Transformação e as Mutantes. Vamos às definições: Emissora é a individualidade que libera algum tipo de material, substância ou elemento. Transformação concede o poder de mudar a forma de algo ou de si mesmo.

Qual a importância da individualidade para a nossa vida? ›

A individualidade se refere à herança biológica do indivíduo, sendo a base (mas não apenas ela) para o desenvolvimento da personalidade, que é o sistema psicológico integrado que possibilita a formação do eu.

Quando surgiu a primeira individualidade? ›

Gênese do conceito de individualidade genética

Tudo começou bem no inicinho do século passado, com um artigo publicado em 1902 na revista The Lancet pelo médico inglês Archibald Garrod (1857-1936).

Como o individualismo afeta a sociedade? ›

O individualismo pode tomar proporções estatais, trazendo graves consequências não só para a economia deste determinado país: pode ocorrer uma crise moral, ética e judiciária, trazendo a falência das mesmas. A corrupção é uma das consequências do individualismo dentro de um Estado.

Qual o contrário de individualidade? ›

contingente, família, grupo.

Qual a melhor individualidade? ›

No post de hoje, trazemos as 15 individualidades mais poderosas apresentadas tanto no anime quanto no mangá.
  1. 1 – All Might.
  2. 2 – All For One. ...
  3. 3 – Enji Todoroki. ...
  4. 4 – Overhaul. ...
  5. 5 – Cancelamento de poderes (Eraser Head) ...
  6. 6 – Hawks. ...
  7. 7 – Midoriya Izuku. ...
  8. 8 – Permeação. ...
31 May 2021

São exemplos de direitos coletivos? ›

Os direitos coletivos são conquistas sociais reconhecidas em lei, como o direito à saúde, o direito a um governo honesto e eficiente, o direito ao meio ambiente equilibrado e os direitos trabalhistas.
...
Direitos Difusos
  • Direito a um meio ambiente sadio;
  • Direito à vedação à propaganda enganosa;
  • Direito à segurança pública.

É um conjunto formalmente definido de direitos de um indivíduo perante a sociedade? ›

A cidadania é o termo que designa o conjunto de direitos e deveres de um indivíduo.

O que são direitos e liberdades fundamentais? ›

Os Direitos Fundamentais, ou Liberdades Públicas ou Direitos Humanos é definido como conjunto de direitos e garantias do ser humano institucionalização, cuja finalidade principal é o respeito a sua dignidade, com proteção ao poder estatal e a garantia das condições mínimas de vida e desenvolvimento do ser humano, ou ...

Como se cria um coletivo? ›

Pense o que você quer para o coletivo a curto, médio e longo prazo, dessa forma, você poderá visualizar e planejar cada passo do grupo. Não deixe também de definir prazos, pois irá ajudar a pensar como cada objetivo estabelecido será alcançado.

Como se dá o coletivo? ›

O substantivo coletivo é o nome comum que se dá a um conjunto de seres ou coisas da mesma espécie. O substantivo coletivo costuma estar em sua forma no singular, embora designe um conjunto de múltiplos seres ou de coisas.

O que é um coletivo social? ›

Coletivo é um conceito também muito próximo de ONG. Pode ser definido como um grupo de pessoas que compartilham ou são motivadas por pelo menos um problema ou interesse comum. As atividades têm fins sociais ou políticos geralmente.

Qual a importância da vivência coletiva? ›

Saber conviver em grupo é essencial para ter boas experiências e garantir resultados satisfatórios. Isso também ajuda a criança a tomar consciência de seu papel e trabalhar o seu senso de responsabilidade e participação, tanto na família quanto na escola.

Qual a importância do trabalho coletivo na escola? ›

o encontro com pessoas que ajudam a despertar novos/outros conhecimentos, formas de pensamento e atitudes; e auxiliar no processo de socialização no encontro com o outro; a compreensão de que a construção coletiva pode potencializar as formas de conhecer o conhecer.

Qual a importância do trabalho coletivo na escola envolvendo a comunidade escolar? ›

Essa interação possibilita a este profissional articular experiências de ensino e organizar encontros para compartilhá-las com os demais professores da escola. O envolvimento dos profissionais da escola nas atividades coletivas acontece, também, quando se promove planejamento de modo interativo.

O que você considera bem comum e coletivo? ›

O que é Bem comum:

Bem comumé uma expressão que possui conceitos em muitas áreas do conhecimento humano, mas que se assemelham entre si. De um modo geral, define os benefícios que podem ser compartilhados por várias pessoas, pertencentes à um determinado grupo ou comunidade.

Quem defende o bem comum? ›

As teorias de Platão a Cícero trazem o finalismo da ideia do Bem, ou melhor, do bem comum, tratado como sinônimo do "interesse comum".

Qual a importância do bem comum? ›

Na democracia moderna o bem comum é visto como a finalidade a ser alcançada pelo Estado por meio da aplicação de regras jurídicas, morais e éticas com vista a organizar e disciplinar a convivência humana de forma harmônica e sustentável.

É coletivo ou colectivo? ›

Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: coletivo. Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: colectivo. Grafia no Brasil: coletivo.

Qual é o plural de individual? ›

Individuais - Dicio, Dicionário Online de Português.

Quem são os coletivos? ›

Os coletivos indicam um conjunto de seres da mesma espécie. Podem ser específicos, indeterminados ou numéricos. Os coletivos podem se referir a um conjunto de pessoas, animais, plantas ou objetos.

Como identificar os coletivos? ›

SUBSTANTIVO COLETIVO | 3º Ano Língua Portuguesa - YouTube

Qual é a classificação de coletivos? ›

O substantivo coletivo é aquele que representa um conjunto de vários seres ou coisas de mesma espécie ou classificação.
...
Substantivos coletivos de animais.
ColetivoConjunto de
revoadaaves voando
manadabois, burros, cavalos, búfalos, elefantes
rebanhobois, ovelhas, carneiros, cabras
matilhacachorros
10 more rows

Qual é o oposto de individual? ›

O contrário de individual é: Contrário de próprio: 1. coletivo, público, social, comunitário, popular, grupal.

Que palavra substitui individual? ›

1 particular, peculiar, específico, característico, pessoal, próprio. Próprio de apenas um ser: 2 exclusivo, restrito, privativo.

Qual é a diferença do singular para o plural? ›

Singular é quando a palavra escrita se refere a um só elemento. Plural é quando a palavra se refere a mais de um elemento.

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Author: Velia Krajcik

Last Updated: 11/20/2022

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